sexta-feira, 27 de março de 2015
sexta-feira, 13 de março de 2015
terça-feira, 25 de novembro de 2014
PRESTAÇÃO DE CONTAS - PDDE 2014
MAIS UMA INOVAÇÃO DO CEEJA: PUBLICAÇÃO DAS CONTAS NO NOSSO BLOG !
O CEEJA Professora Bárbara Conceição dos Reis de Novo Horizonte do Oeste-RO, através do compromisso de transparência administrativa de sua direção, vem publicar a prestação de contas referente aos gastos e aquisições do PDDE - exercício 2014. Informa também que os processos de prestação de contas, (na íntegra) estão disponíveis para qualquer averiguação ou dúvidas.
Diretor Carlindo Klug e Vice - diretora Cida
Abaixo digitalização parcial do processo de prestação de contas:
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
20 de Novembro - Dia Nacional da Consciência Negra
| Monumento a Zumbi dos Palmares em Salvador, Bahia |
O Dia Nacional da Consciência Negra é comemorado em 20 de novembro, dia da morte de Zumbi dos Palmares, e reivindica essa figura histórica como símbolo de resistência.
Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, foi instituído oficialmente pela lei nº 12.519, de 10 de novembro de 2011. A data faz referência à morte de Zumbi, o então líder do Quilombo dos Palmares – situado entre os estados de Alagoas e Pernambuco, na região Nordeste do Brasil. Zumbi foi morto em 1695, na referida data, por bandeirantes liderados por Domingos Jorge Velho. Maiores informações podem ser consultadas no texto História do Quilombo de Palmares.
A data de sua morte, descoberta por historiadores no início da década de 1970, motivou membros do Movimento Negro Unificado contra a Discriminação Racial,
em um congresso realizado em 1978, no contexto da Ditadura Militar
Brasileira, a elegerem a figura de Zumbi como um símbolo da luta e
resistência dos negros escravizados no Brasil, bem como da luta por
direitos que seus descendentes reivindicam.
Com a redemocratização do Brasil e a promulgação da Constituição de 1988,
vários segmentos da sociedade, inclusive os movimentos sociais, como o
Movimento Negro, obtiveram maior espaço no âmbito das discussões e
decisões políticas. A lei de preconceito de raça ou cor (nº 7.716, de 5
de janeiro de 1989) e leis como a de cotas raciais, no âmbito da
educação superior, e, especificamente na área da educação básica, a lei
nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que instituiu a obrigatoriedade do
ensino de História e Cultura Afro-brasileira, são exemplos de
legislações que preveem certa reparação aos danos sofridos pela
população negra na história do Brasil.
A figura de Zumbi dos Palmares é
especialmente reivindicada pelo movimento negro como símbolo de todas
essas conquistas, tanto que a lei que instituiu o dia da Consciência
Negra foi também fruto dessa reivindicação. O nome de Zumbi, inclusive, é
sugerido nas Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das
Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura
Afro-Brasileira e Africana como personalidade a ser abordada nas
aulas de ensino básico como exemplo da luta dos negros no Brasil. Essa
sugestão orienta-se por uma das determinações da lei Nº 10.639, que diz
no Art. 26-A, parágrafo 1º: “O conteúdo programático a que se refere o
caput deste artigo incluirá o estudo da História da África e dos
Africanos, a luta dos negros no Brasil,
a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional,
resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e
política pertinentes à História do Brasil.”
A despeito da comemoração do Dia da
Consciência Negra ser no dia da morte de Zumbi e do que essa figura
histórica representa enquanto símbolo para movimentos sociais, como o
Movimento Negro, há muita polêmica no âmbito acadêmico em torno da
imagem de Zumbi e da própria história do Quilombo dos Palmares. As
primeiras obras que abordaram esse acontecimento histórico, como as de
Edison Carneiro (O Quilombo dos Palmares, Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 3a ed., 1966), de Eduardo Fonseca Jr. (Zumbi dos Palmares, A História do Brasil que não foi Contada. Rio de Janeiro: Soc. Yorubana Teológica de Cultura Afro-Brasileira, 1988) e de Décio Freitas (Palmares, a guerra dos escravos.
Porto Alegre: Movimento, 1973), abriram caminho para a compreensão da
história da fundação, apogeu e queda do Quilombo dos Palmares, mas, em
certa medida, deram espaço para o uso político da figura de Zumbi, o
que, segundo outros historiadores que revisaram esse acontecimento, pode
ter sido prejudicial para a veracidade dos fatos.
Um dos principais historiadores que
estudam e revisam a história do Quilombo dos Palmares atualmente é
Flávio dos Santos Gomes, cuja principal obra é De olho em Zumbi dos Palmares: História, símbolos e memória social
(São Paulo: Claro Enigma, 2011). Flávio Gomes procurou, nessa obra,
realizar não apenas uma revisão dos fatos a partir do contato direto com
as fontes do século XVI e XVII, mas também analisar o uso político da
imagem de Zumbi. Segundo esse autor, o tio de Zumbi, Ganga Zumba,
que chefiou o quilombo e, inclusive, firmou tratados de paz com as
autoridades locais, acabou tendo sua imagem diminuída e pouco conhecida
em razão da escolha ideológica de Zumbi como símbolo de luta dos negros.
Além dessa polêmica, há também o
problema referente à própria estrutura e proposta de resistência dos
quilombos no período colonial. Historiadores como José Murilo de
Carvalho acentuam que grandes quilombos, como o de Palmares, não tinham o
objetivo estrito de apartar-se completamente da sociedade escravocrata,
tendo o próprio Quilombo dos Palmares participado do tráfico e do uso
de escravos. Diz ele, na obra Cidadania no Brasil: “Os
quilombos que sobreviviam mais tempo acabavam mantendo relações com a
sociedade que os cercava, e esta sociedade era escravista. No próprio
quilombo dos Palmares havia escravos”. (CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil. O longo Caminho. 3ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. p. 48).
As polêmicas partem de indagações como:
“Se Zumbi, que foi líder do Quilombo de Palmares, possuía escravos
negros, a noção de luta por liberdade nesse contexto era bem específica e
não pode colocá-lo como símbolo de resistência contra a escravidão”. A
própria história da África e do tráfico negreiro transatlântico revela
que grande parte dos escravos que a coroa portuguesa trazia para o
Brasil Colônia era comprada dos próprios reinos africanos que capturavam
membros de reinos ou tribos rivais e vendiam-nos aos europeus. Essa
prática também ressoou, como atestam alguns historiadores, em dada
medida, nos quilombos brasileiros.
Nesse sentido, a complexidade dos fatos
históricos nem sempre pode adequar-se a anseios políticos. Os estudos
históricos precisam dar conta dessa complexidade e fornecer elementos
para compreender o passado e sua relação com o presente. Entretanto,
esse processo precisa ser cuidadoso. O uso de datas comemorativas como
marcos de memória suscita esse tipo de polêmica, que deve ser pensada e
discutida criteriosamente, sem prejuízo nem das reivindicações sociais
e, tampouco, da veracidade dos fatos.
fonte:
http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-nacional-da-consciencia-negra.htm
fonte:
http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-nacional-da-consciencia-negra.htm
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
CARTA AO ALUNO (POR PROFESSOSRES DO CEEJA)
CARO ALUNO...
Há quanto tempo nós não nos
encontramos? Ficamos preocupados porque não sabemos se são os seus
problemas, afazeres diários ou somente por não estarmos na mesma
sintonia, que causou nosso distanciamento.
Fazemos apenas suposições!
Talvez não saibamos detectar definitivamente o que está causando
tua desmotivação. A vida não anda fácil pra ninguém e temos
tentado melhorar.
Você é apenas um jovem. E os
jovens são cheios de expectativas na vida. Jovens são constituídos
de sonhos, curiosidades e talvez nós não o tenhamos estimulado o
bastante. Mas o mundo pede que nós mudemos. O novo tempo pede pra
nós nos adequarmos a ele... Ou ele vai nos atropelar. Esse novo
mundo clama para que nós nos fortaleçamos e sejamos a transformação
que você tanto anseia.
Entenda nosso caro “aluno”
que nós não conseguiremos sozinhos. Precisamos que seja nosso
parceiro. Pois não podemos caminhar desacompanhados...
Nosso país, nosso planeta,
enfrenta tantos problemas e somos todos influenciados, tanto nós,
quanto você. Vamos nos unir então, dividir nossos anseios, nossos
desejos e tentar buscar o melhor para nosso relacionamento.
Querido aluno! Sabemos que
você é uma pessoa dotada de inteligência e convicta de seus
sonhos. Sendo assim, venha caminhar conosco, deixa-nos participar de
sua vida e de seus sonhos. Vamos somar nossas experiências e
construirmos outras para fortalecer a nossa cultura e buscar a
transformação da sociedade.
Estamos esperando por você.
As portas do nosso CEEJA estarão sempre abertas para recebê-lo.
Professores
Cursistas
PNEM – PACTO NACIONAL PELO
ENSINO MÉDIO
CEEJA Prof.ª. BÁRBARA
CONCEIÇÃO DOS REIS
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